Inclusão do funcionalismo público em programas habitacionais

Inclusão do funcionalismo público em programas habitacionais e a relevância para a nossa cidade

Com habitação e educação para o funcionalismo público: quem ganha é o cidadão

Uma das minhas propostas como vereadora do município de São Paulo é ser atuante na fiscalização dos programas habitacionais do município, que envolve a continuidade e retomada de ações de outros governos municipais.

Nesse sentido, pretendo buscar novas parcerias e fontes de financiamento para habitação de interesse social, com atenção a um aspecto esquecido pelo governo local: apoio ao funcionalismo público, quer seja municipal ou do estado, no quesito habitação, já que grande parte do funcionalismo público (policiais civis e militares, enfermeiros, professores, agentes de trânsito, guarda municipal, agentes prisionais, etc.), tem dificuldade para adquirir um imóvel.

Assim, desejo assistir o funcionalismo, de modo que a ele seja franqueado acesso a programas habitacionais (Minha casa minha vida, Casa da família), ou linha de financiamento de imóveis, de modo a dar suporte ao funcionalismo público na aquisição de uma casa.

Em contrapartida, o cidadão ganhará com a permanência de mão de obra especializada e experiente uma vez que a prefeitura libera o financiamento desde que o funcionário público adquira imóvel dentro do município e continue laborando até o final do financiamento no município de São Paulo.

Por que? Um dos grandes problemas enfrentado pelo município de São Paulo é a rotatividade de agentes do estado, que, após serem contratados, trabalham por um curto período no município e, após o término do período probatório, quando passa a ter experiência, pedem transferência para o interior.

Além disso, como grande parte do contingente de policiais militares e civis vem do interior do estado, ao término do estágio probatório, o agente do estado quer voltar para o interior, de modo que grande parte do funcionalismo não possui vínculo com regiões carentes, como o extremo sul e zona leste de São Paulo.

Dessa forma, ao estabelecer que o agente público terá financiamento de imóvel ou será atendido por um programa habitacional, desde que fixe residência no município de São Paulo, deixaremos de ter profissionais que estão sempre em treinamento, para tem uma mão de obra especializada, experiente e comprometida com o nosso município.

É importante considerar que, quando o funcionalismo fixa residência no município, a captação de impostos decorrente do consumo acaba ficando no município, o que melhora a economia local. Ademais, há diminuição de desgaste físico e mental para o servidor público, pois deixará de fazer longas viagens, e estará mais descansado ao assumir o serviço, melhorando o atendimento ao público.

Atrelado a isso, penso que o município tem condições de prover o funcionário público de assistência médica, educação (escola e creche) e transporte, de modo que o funcionário público resida próximo ao seu local de trabalho e melhore, desse modo, não só a sua qualidade de vida, mas também a do serviço prestado.

Por isso peço o seu voto. Sargento Janethe, 11321, vereadora.

“Convocada pela coragem, movida pela atitude”.

 

 

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